Complemento operacional ao Briefing. Define quem executa, quem audita, com que ferramentas e sob quais critérios. Documento vivo — qualquer mudança de papel, autoridade ou critério é refletida aqui antes de valer na execução.
Para que serve
O Workflow é o como do projeto. Define a arquitetura de agentes (humanos e de IA), o modelo pair-QA (toda função produtiva tem um QA dedicado read-only), os três blocos funcionais (Coordenação, Design & Experiência, Domínio & Inteligência) e o ciclo de validação que cada artefato percorre antes de ir ao ar. Quem precisa entender quem decide o quê, quem audita e como o trabalho flui entre as células consulta aqui.
Sumário das seções
- §1. Princípios de Orquestração — main thread como orquestrador único; subagentes não spawnam outros subagentes.
- §2. Mapa do Time — três blocos funcionais e os papéis dentro de cada.
- §3. Funções e Autoridades — quem decide o quê; pares produtivo + QA.
- §4. Primitivas do Claude Code Adotadas — Tasks, Plans, Memory, hooks, permissões.
- §5. Skills Reaproveitadas — slash commands custom, /loop, /schedule, /ultrareview.
- §6. Fluxo de Trabalho por Fase — Discovery, Design, Materialização, Pesquisa, etc.
- §7. Ciclo QA (pair-QA) — toda entrega passa pelo par QA antes de avançar.
- §8. Critérios de Excelência por Papel — métrica de qualidade por agente.
- §9. Convenções Operacionais — commits, PRs, project board, naming.
- §10. Roadmap de Materialização — quais agentes existem hoje, quais vêm depois.
- §11. Ciclo Operacional — cadência de revisão dos próprios documentos-base.
Relacionados no DS
- Briefing — define a estratégia que o Workflow operacionaliza.
- Manifesto — fonte de verdade sobre persona e voz; o Workflow é o "como" do "quem".
- Jobs to be Done — protocolo de levantamento referenciado pelo §6 (Fluxo por fase).
Para aprofundar
- Workflow completo no repositório — fonte de verdade. Edite aqui.
- Briefing — verdade única do projeto que o Workflow operacionaliza.
- Manifesto — quem é o Peppe; voz, persona, gramática visual.