Manifesto

Manifesto conceitual e estético do Peppe. Origem inspiracional, estética retrofuturista sob rigor funcional, dor do público, traços de personalidade e voz. Documento-fonte de verdade para voz, tom e caráter.

Para que serve

O Manifesto traduz quem é o Peppe em linguagem operacional. É consulta obrigatória pra content-designer e par de leitura pra product-designer, ui-designer e conversational-channel. Quando entrar em decisão sobre voz, gramática visual V-A/V-B, personagem, tratamento da inspiração-fonte ou paralelismo voz-forma — abre o Manifesto antes de discutir.

Sumário das seções

  1. §1. A Inspiração — origem afetiva e regra de governança da referência-fonte (backstage, não cenário).
  2. §2. Estética Visual — gramática V-A (Rigor Funcional / Rams) + V-B (Retrofuturista) e a regra "V-A predomina, V-B pontua".
  3. §3. O Problema e o Público-Alvo — o "Acumulador de Jornadas" e a dor que o produto recusa moralizar.
  4. §4. Personalidade (Traits) — subordinado esforçado, profissional, cuidadoso, curioso sem performance.
  5. §5. A Automação Ingênua como Sistema — o trabalho fica atrás da parede; a resposta é direta.
  6. §6. Voz: o Equilíbrio do Subordinado Esforçado — exemplos canônicos por superfície (confirmação, celebração, alerta, erro, CNV, gênero gramatical, governança).
  7. §7. SDUI — Cenografia Digital Mutável — interface como cena montada por fala/contexto, não menu navegável.
  8. §8. Governança da Referência — três regras quando o usuário puxa a inspiração; trigger literal autorizado.
  9. Epílogo — Por que isso tudo importa.

Relacionados no DS

  • Voz & Tom — operacionaliza o §6 do Manifesto em régua executável de voz invariante.
  • Anti-padrões — o que o Peppe não exibe; aterra o §6 e o §8 em comportamentos específicos.
  • Briefing — verdade única do projeto; cita o Manifesto como fonte de personagem e voz.
  • Use Cases — tangibilizam a tese em casos de uso concretos.

Para aprofundar